Shortcut Social no Yahoo Hack Day Brasil
13/11/2008
Segue o vídeo da minha apresentação do mashup que eu e o Hary criamos no Yahoo Hack Day.
Como dito antes nossa aplicação não foi das melhores, o ajax demorou demais, não possuia formatação de layout, mas fizemos na raça, valeu a experiência.
Obs.: A aplicação foi deenvolvida utilizando php.
As aplicações podem ser vistas nesse link: http://brhackday.pbwiki.com/Projetos-Hackday-2008
Yahoo Hack Day Brasil
10/11/2008Aconteceu nesse fim de semana o Yahoo Hack Day Brasil. O evento ocorreu em são Paulo, no campus Senac Santo Amaro, mais especificamente no centro de convenções do Senac.
A idéia do evento era que os desenvolvedores e estudantes de TI, desenvolvessem hacks com as API’s do Yahoo, criando mashups próprios.
O hack day começou às 8h do sábado e terminou por volta das 18h do domingo.
Desenvolvemos um pequeno mashup que integrava o perfil de um usuário do Profiles do Yahoo (espécie de orkut do yahoo), então a aplicação buscava feeds de empregos, relacionados com o último cargo profissional do usuário, buscava tags no LastFM relacionadas as músicas favoritas do usuário do Profiles, buscava fotos no Flickr de acordo com o local aonde o usuário tem interesse de conhecer..etc.
Meu amigo Hary (Guilherme, programador php) foi meu parceiro no desenvolvimento das aplicações, é, na verdade nosso mashup não foi dos melhores, mas valeu a experiência de ter participado desse grande evento que teve a presença de profissionais do Yahoo, inclusive gringos.
Destaque para as API’s do BOSS, Search Monkey, Flickr e do Profiles do Yahoo.
A organização do evento foi muito boa, a comida estava excelente, jogamos wii, e dormimos umas 4 horas nos puff’s (roxos).
Parabéns ao Yahoo pelo evento!
Patrocine meus estudos
9/09/2008Patrocine meus estudos! Não, não são os meus, mas sim do meu amigo Guilherme (programador PHP).
Ele decidiu estudar inglês no exterior e escolheu a Austrália. Após ter decidido, procurou na internet informações para saber mais sobre a cidade, a escola onde irira estudar e vídeos. O que mais chamou a atenção foram os vídeos, então decidiu que quando estiver por lá, irá documentar tudo em vídeo, para informar as pessoas que planejam algo parecido com o que ele estará fazendo.
Navegando pela internet, descobriu uma idéia interesssante, como divulgar a marca de alguma empresa com a sua viagem? Foi aí que pensou no vídeos:
_“Vídeos semanais! Irei anunciar os patrocinadores nos meus vídeos.”
Achei uma excelente idéia, principalmente para agências de viagem e agências de intercâmbio, pois atingirão naturalmente um público que está muito interessado em viajar e fazer intercâmbio.
Para saber mais acesse: http://www.patrocinemeusestudos.com.br

Google Chrome
2/09/2008Estava navegando pela web e como sempre, fui fazer uma busca utilizando o Google, quando me deparo com a seguinte notícia: Novo! Experimente o Chrome (Beta) - o novo navegador do Google.
Isso! está disponível para download a versão beta do novo navegador do Google, o Chrome.
Até então foi uma surpresa para mim, pois tinha lido na web que eles descontinuariam os projetos de desenvolvimento de navegadores, então acreditava que iriam se dedicar a apoiar o Firefox, como de costume. A primeira impressão que tive do Chrome é de um navegador que exibi as páginas muito rapidamente, seria uma mistura de Internet Explorer e Firefox, tive uma impressão boa, com destaque para o histórico de visitas e também para aonde se digita a url, uma espécia de intelisense de busca. Agora resta esperar o dia que lançarão um Sistema Operacional.
O download pode ser feito para Windows Vista e XP.
Download aqui
Google e a computação nas nuvens
3/07/2008Um termo que está em evidência nos dias de hoje é o de computação nas nuvens (cloud computing). Consiste em armazenar dados em uma nuvem de computadores, a internet.
Hoje estamos acostumados a salvar dados, por exemplo, no disco rígido de nosso computador, ou seja, localmente. Com o conceito de computação nas nuvens, nossos arquivos, aplicações e etc, ficariam gravados nos servidores da internet, assim poderíamos acessá-los de qualquer lugar através de um dispositivo com acesso à internet.
O Google afirma que o futuro está nas nuvens e dessa forma não seriam necessários grandes requisitos de hardware para os computadores, pois os softwares rodariam no servidor. Assim o preço dos aparelhos ficaria mais barato tornando-os mais acessíveis e gerando grande inclusão digital, principalmente nos países subdesenvolvidos.
A Microsoft tem uma visão mais conservadora sobre esse conceito. Acredita que grande parte das empresas não trocariam as suas intranets para armazenar seus dados confidenciais na internet, por uma questão de segurança e também por viabilidade técnica, já que provavelmente seus ERPs teriam que ser reescritos em uma linguagem web, por exemplo.
Na minha visão, o conceito de computação nas nuvens é fantástico, pois não nos limita a ter de carregar fisicamente nossos dados e muitas pessoas que ainda não tem acesso à internet provavelmente teriam mais condições de “entrar” na rede. Entretanto, deveremos confiar em deixar nossas informações nas mãos de terceiros? Acredito que essa é a grande questão, sem contar a infra-estrutura necessária, pois a confiabilidade ainda não é muito convincente.Vejo também que os verdadeiros beneficiados com isso tudo seriamos nós, os usuários de internet, porém acredito que nem tudo ficará armazenado nas nuvens.
Para um programador php em Sorocaba talvez pareça muita tecnologia, talvez não.
Matéria do Jornal Da Globo sobre o Google, Microsoft e a computação nas nuvens:
Firefox Download Day
19/06/2008A Mozilla divulgou que o navegador Firefox 3 obteve cerca de 8 milhões de downloads nas primeiras 24 horas após o seu lançamento. Concorrente do Internet Explorer, da Microsoft, o Firefox superou a marca anterior de 1,6 milhões de arquivos baixados quando lançou o Firefox 2, em outubro de 2006.
Apesar de algumas quedas no site, os desenvolvedores do programa afirmaram que a média foi de 9 mil downloads por minuto. Eles esperavam entrar para o Guiness (o livro dos records) com 5 milhões de downloads. Em apenas algumas horas o número de downloads foi maior que o do Firefox 2 nas suas primeiras 24h.
O pessoal da Mozilla pede paciência enquanto os avaliadores do Guiness revisam a tentativa de Recorde, pois isso pode levar alguns dias.
Os novos recursos são:
Gerenciador de Senhas
Memorizar senhas de sites sem ver nenhum popup.
Favoritos em Um Clique
Anotar, procurar e organizar sites favoritos de forma rápida e fácil.
Melhor Performance
Visualizar páginas rapidamente, utilizando menos memória do seu computador.
Campo de Endereços Inteligente
Encontrar os sites que você gosta em segundos. Digite um termo para obter resultados instantâneos que fazem sentido.
Identidade em um clique
Evitar golpes online, transações inseguras e fraudes utilizando a identificação simplificada de sites.
Zoom Completo
Visualizar qualquer parte de páginas Web, de perto e com clareza, em segundos.
Aparência integrada ao Sistema
Navegue com um Firefox integrado ao seu sistema operacional.
Em performance podemos destacar:
Gerenciamento de memória aperfeiçoado
JavaScript mais rápido
Menor Utilização de Memória
Carregamento de páginas mais rápido
Melhorias no suporte gráfico
Sites de Partidos Políticos
8/06/2008Olá pessoal,
parei um minuto para pensar hj sobre os sites de partidos políticos, então resolvi dar uma olhada para ver como estavam esses sites, abaixo apresento uma lista com uma breve análise dos sites de alguns dos principais partidos políticos do brasil:

PT
Site: http://www.pt.org.br
Comentários: site com aparência bem clean, no estilo web 2.0, porém utiliza tabelas no layout, os javascript e css estão na mesma página. Site desenvolvido em PHP.

PSDB
Site: http://www.psdb.org.br
Comentários: layout com tabelas, os javascript estão na mesma página. Site desenvolvido em ASP.

PMDB
Site: http://www.pmdb.org.br
Comentários: layout em tableless (CSS), os javascrpit estão na mesma página. Site desenvolvido em PHP.

PPS
Site: http://www.pps.org.br
Comentários: layout em tabelas. Site desenvolvido em ASP.

PV
Site: http://www.pv.org.br
Comentários: layout em tabelas. As páginas estão com extensão .kmf (não conheço, talvez seja Ruby, se alguém souber por favor me avise)

Democratas (PFL)
Site: http://www.democratas.org.br
Comentários: layout em tableless (CSS), bem no estilo web 2.0. Desenvolvido em PHP.

PC do B
Site: http://www.vermelho.org.br/pcdob/
Comentários: layout em tabelas. Desenvolvido em ASP.
PSTU
Site: http://www.pstu.org.br/
Comentários: layout em tabelas e utilização de frame. Desenvolvido em ASP.
PR
Site: http://www.partidodarepublica.org.br
Comentários: layout em tabelas. Desenvolvido em ASP.
Após o sucesso do PHP, do Ruby, principalmente com a plataforma Rails, e do crescimento exponencial de Python, a Microsoft investe para disponibilizar estas novas linguagens também na plataforma .NET. Com a filosofia “desenvolva em qualquer linguagem, desde que seja na minha plataforma”, a Microsoft vem ganhando cada vez mais adeptos, e gerando cada vez mais recursos para facilitar e fidelizar (ou evangelizar, como a MS gosta de falar) o desenvolvedor.
Linguagens dinâmicas
As linguagens dinâmicas existem desde 1956, com o Lisp, depois seguidas pelo Fortran, Logo, SmallTalk, PhP, Python, Ruby, JavaScript, entre outras. Diferente das linguagens estáticas, as linguagens dinâmicas não validam o código durante a compilação, mas sim em tempo de execução, podendo ser uma grande vantagem quando é necessário fazer alterações sem muita “burocracia”.
Em projetos que se requer agilidade, o uso deste tipo de linguagem é de grande valia, pois permite realizar basicamente o que você quiser, com pouco código, porém como tudo na vida há um preço a se pagar, por exemplo: é mais difícil se aproveitar um código dinâmico do que um código “estático”.
Performance
Umas das grandes preocupações de linguagens dinâmicas é a performance da aplicação. Em testes, a versão do Python para o .NET, o IronPython apresentou performance equivalente ou superior à versão do Python baseada em C. Existe uma crença de que linguagens dinâmicas possuem uma performance inferior às linguagens estáticas, porém com as máquinas cada vez mais poderosas, esta diferença fica cada vez menos observável.
DLR
O DLR (Dynamic Language Runtime) permite rodar linguagens dinâmicas em cima do CLR (Common Language Runtime), que provê serviços comuns a todas as linguagens suportadas pelo framework. O DLR inclui funcionalidades que suportam linguagens dinâmicas, como a criação de códigos dinâmicos de forma rápida, além de prover suporte para as bibliotecas já existentes no framework .NET e manter uma interoperabilidade com as linguagens estáticas. É possível, por exemplo, utilizar bibliotecas criadas em C#, dando um poder imenso de criação, não precisando assim, recriar códigos prontos.
Atualmente a MS está desenvolvendo o suporte para DLR as linguagens Python, JavaScript (EcmaScript 3.0), Visual Basic e Ruby.
Mono
O mais famoso software para rodar e desenvolver .NET no Linux possuí suporte para o rodar linguagens dinâmicas no .NET (DLR), dando ainda mais flexibilidade.
http://www.mono-project.com/Languages
Ruby
Para manter a praticidade, a linguagem possui algumas características interessantes, na Wikipedia (2008) encontramos as seguintes informações à esse respeito:
A sintaxe é enxuta, quase não havendo necessidade de colchetes e outros caracteres.
Todas as variáveis são objetos, onde até os “tipos primitivos” (tais como inteiro, real, entre outros) são classes.
Estão disponíveis diversos métodos de geração de código em tempo real, como os “attribute accessors”.
Através do Ruby Gems, é possível instalar e atualizar bibliotecas com uma linha de comando, de maneira similar ao APT do Debian Linux.
Code blocks (blocos de código), ajudam o programador a passar um trecho de instruções para um método. A idéia é semelhante aos “callbacks” do Java, mas de uma forma extremamente simples e bem implementada.
Mixins, uma forma de emular a herança múltipla, sem cair nos seus problemas.
Tipagem dinâmica, mas forte. Isso significa que todas as variáveis devem ter um tipo (fazer parte de uma classe), mas a classe pode ser alterada dinamicamente. Os “atalhos” citados acima, por exemplo, se beneficiam da tipagem dinâmica para criar os métodos de acesso/alteração das propriedades.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ruby_(linguagem_de_programa%C3%A7%C3%A3o)
Iron Python
Possui características análogas ao Ruby. Permite suporte ao Silverlight, para testar, existe um console. (http://silverlight.net/Samples/1.1/DLR-Console/python/index.htm)
O Site do projeto oficial é: http://codeplex.com/IronPython
Phalanger (PHP)
O site oficial do projeto é: http://www.codeplex.com/Wiki/View.aspx?ProjectName=Phalanger
Linguagens suportadas pela plataforma .NET
Existem uma série de linguagens suportadas pela plataforma .net. Algumas ainda em estado embrionário e não oficial enquanto outras já com apoio oficial da MS. No link abaixo, segue uma lista.
Acesse: http://dotnetpowered.com/languages.aspx
Considerações finais.
Em desenvolvimento, não está importando muito a linguagem que utilizamos. O que importa é com que rapidez e qualidade com que entregamos um projeto. É sempre importante conhecermos novas linguagens, e para isto, certamente a plataforma .NET dará todo apoio necessário.
Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/8652/dotnet/rode_php_ruby_python_e_outras_linguagens_no_net/
O barato pode sair caro
27/01/2008Enxugar custos nem sempre é compatível com qualidade. Várias empresas, com o intuito de reduzir seus gastos, acabam delegando o projeto e implantação de seus websites e websistemas aos departamentos de TI ou a profissionais sem a devida qualificação. Então, tem início um longo e acidentado caminho até que se chegue ao site/sistema ideal. Muitas vezes a própria equipe de TI recomenda ao pessoal da empresa que deve se contratar pessoal especializado, mas normalmente, o projeto acaba sendo feito internamente por incompreensão do problema, ou simplesmente por questão de economia.
Após muito insistir em baratear o custo do site (contratando mão-de-obra não especializada) e perceber que o retorno não foi nem um pouco satisfatório, finalmente a empresa decide investir no projeto e entregá-lo a profissionais competentes. A esta altura… “somando o custo dos primeiros projetos mal sucedidos, daria praticamente o que foi gasto na última e feliz tentativa. Tivessem pulado aquelas etapas, o site/sistema sairia por um preço muito inferior e em bem menos tempo”.
Sem dúvida, uma situação perfeitamente evitável, onde a empresa perde tempo e dinheiro e o bom profissional de web perde mercado de trabalho para profissionais inadequados.
Fonte: Revista Webdesign
Search Engine Optimization no Google
3/01/2008Olá amigos, primeiramente gostaria de desejar um FELIZ 2008, muito trabalho e sucesso à todos. Começamos bem esse ano de 2008, o site é bem recente mas já está trazendo bons resultados nos buscadores, graças ao trabalho de SEO - Search Engine Optimization.
Em português significa Otimização de Sites, Otimização para Buscas. Consiste em melhorar um site para ser melhor compreendido pelos sites de busca. Assim o site fica melhor posicionado em uma página de resultados de uma busca. Entretanto, SEO é uma prática sem garantias, ninguém pode garantir que um site fique em primeiro em determinada busca.
O objetivo maior é a posicionamento para o seguinte termo: Programador PHP, segue link
Programador PHP -> http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=programador+php&btnG=Pesquisar&meta=
ah… eu não sou o lucas da dupla sertaneja Lucas e Renan.. huahuau
