É um modelo de linguagem, não um método. Um método pressupõe um modelo de linguagem e um processo. O modelo de linguagem é a notação que o método usa para descrever o projeto. Os processos são os passos que devem ser seguidos para se construir ou para se construir o projeto.
O modelo de linguagem corresponde ao ponto principal da comunicação. Se uma pessoa quer conversar sobre o projeto, como outra pessoa, é através do modelo de linguagem que elas se entendem. Nessa hora, o processo não é utilizado.
A UML define uma notação e um meta-modelo. As notações são todos os elementos de representação gráfica vistos no modelo (retângulo, setas, o texto, etc.), é a sintaxe do modelo de linguagem. Um meta-modelo é um diagrama de classe que define de maneira mais rigorosa a notação.
A UML é uma linguagem-padrão para a elaboração da estrutura de projetos de software.
Pode ser empregada para a visualização, especificação, construção e documentação de artefatos que façam uso de sistemas complexos de software, orientados a objeto.

Retirado da matéria de .NET da Faculdade de Tecnologia de Sorocaba - FATEC.

Muitos sistemas de informação possuem características próprias, alheias à experiência ou treinamento formal anteriores dos analistas; torna-se então necessário um aprendizado que demanda tempo e esforço, muitas vezes não disponíveis durante o desenvolvimento de um sistema. Além disso, muitas vezes é difícil saber se o conhecimento disponível é adequado às necessidades do desenvolvimento dos sistemas;

Geralmente grandes sistemas de informações exigem a integração de distintas especializações que possuem vocabulários e, às vezes, conceitos da mesma informação diferentes;

Há um padrão de mudanças na informação durante e após o desenvolvimentos de sistemas.

Retirado da matéria de .NET da Faculdade de Tecnologia de Sorocaba - FATEC.

Para ser um bom programador deve-se ter boas práticas de programação, independente da linguagem, seja PHP, Java, DotNet e etc. E também independente se a técnica escolhida é a estruturada ou a orientada a objetos. Seguem algumas dicas:

• Estabeleça um comprimento máximo para a linha de codificação para evitar ter que
rolar a janela de código fonte.
• Ponha um espaço depois de cada vírgula em listas delimitadas por vírgulas, como
por exemplo, em uma lista de argumentos.
• Quando for necessário quebrar uma linha de cógigo faça de forma que fique obvio
que a linha está incompleta sem a linha seguinte.
• Evite colocar mais de uma declaração por linha.
• Quebre seções grandes e complexas de código em módulos menores,
compreensíveis.
• Não use números ou textos literais, como for i = 1 to 100. Ao invés disso, use
constantes, como por exemplo: for i = 1 to TOTAL_ITENS, para facilitar a
manutenção e o entendimento
• Utilize variáveis e rotinas somente para um único propósito. Evite criar rotinas de
múltiplos propósitos que executam uma variedade de funções sem conexões. As
variáveis devem ser usadas somente para armazenar informações para a qual foi
criada.

Retirado da matéria de VB.NET da Faculdade de Tecnologia de Sorocaba (FATEC).

Integrando_PHP_5_com_MySQL-Guia_de_Consulta_Rápida

Recomendo a utilização do livro : Integrando PHP 5 com MySQL - Guia de Consulta Rápida.
Para programadores mais experientes é uma excelente fonte de consulta quando se esquece aquela função básica, para programadores iniciantes pode ser um grande guia de aprendizado das operações básicas com PHP e MySQL.

Segue Resenha:
PHP é uma das linguagens de programação mais utilizadas na Web para a criação de páginas dinâmicas. MySQL é um SGBD (Sistema de Gerência de Bancos de Dados) relacional largamente utilizado em aplicações para a Internet, que utiliza a linguagem padrão SQL (Structured Query Language).

Este guia descreve de forma prática e direta a integração entre PHP e MySQL. Apresenta conceitos básicos da linguagem PHP, além das principais operações que podem ser realizadas sobre o MySQL e a descrição das funções de conectividade entre essas duas tecnologias. Contém ainda uma referência dos recursos do MySQL e um exemplo completo de cadastro, alteração, exclusão e pesquisa de dados.

Útil para desenvolvedores iniciantes e experientes como um guia de referência rápido, mostrando de forma didática os procedimentos de instalação, configuração e integração da linguagem com o banco de dados.

Prático para carregar e consultar a qualquer momento, no trabalho ou em casa.  

PHP para quem conhece PHP

Indico a leitura do livro PHP para quem conhece PHP.

Segue Resenha:
PHP para quem conhece PHP apresenta recursos avançados desta poderosa linguagem de programação para a Web. Aborda diversos assuntos úteis ao desenvolvedor, como cookies e sessões, upload de arquivos, geração de imagens e gráficos, arquivos PDF, templates, abstração de bancos de dados, entre outros. Além disso, contém uma abrangente revisão sobre PHP, para aqueles que tiveram pouco contato com a linguagem.
Assim como nas demais obras do autor, neste livro a didática também é o ponto forte, o que permite ao leitor o rápido entendimento de assuntos aparentemente complexos. Para facilitar a compreensão dos conteúdos, são apresentados vários exemplos de programas e, ao final, um estudo de caso envolvendo diversos recursos da linguagem.

Nesta obra, você irá encontrar os seguintes assuntos:
- Revisão da linguagem PHP.
- Como melhorar o processamento de formulários HTML.
- Manutenção de informações com cookies e sessões.
- Uso de arquivos no formato texto para o rápido armazenamento e recuperação de dados.
- Envio de e-mails utilizando o PHP, incluindo o uso do formato HTML.
- Upload de arquivos e explicação das diferenças entre o uso dos protocolos FTP e HTTP.
- Geração e manipulação de imagens, incluindo a criação de diferentes tipos de gráficos (pizza, colunas e linhas).
- Criação de documentos no formato PDF, incluindo a geração de relatórios a partir de consultas SQL.
- Ferramentas de templates (modelos) e apresentação da Smarty (http://smarty.php.net), uma das mais utilizadas.
- Abstração de bancos de dados com as extensões dbx e PEAR::DB.

Ler “PHP para quem conhece PHP” é indispensável para quem deseja se tornar um especialista nessa linguagem!

Seguem dicas de performance em PHP. (obs: são mais que 25)

  1. se um método pode ser static, declare-o como static. Isso irá aumentar a performance umas 4 vezes.
  2. echo é mais rápido do que print
  3. utilize o unset nas suas variáveis para liberar memória (bons tempos em que todo mundo sabia programar em C :P.. “free your mallocs”)
  4. não use require_once()
  5. utilize o caminho absoluto na hora de dar os includes, assim o PHP não perde tempo tentando resolver o caminho.
  6. str_replace é mais rápido do que preg_replace porém strtr é umas 4 vezes mais rápido do que str_replace
  7. utilizar @ para suprimir os erros é muito lento.
  8. habilite o mod_deflate no apache
  9. feche a sua conexão com o banco se você não irá mais utilizá-la (mas não fique abrindo e fechando toda hora!)
  10. $row[’abc’]  é 7 vezes mais rápido do que $row[abc]
  11. não use funções dentro de um laço, como por exemplo, for ($x=0; $x < count($array); $x++)  porque count() vai ser executada em todo ciclo do laço. Utilize: for ($x=0, $c=count($array); $x < $c; $x++).
  12. Incrementar uma variável global é duas vezes mais lento do que incrementar uma variável local
  13. acessar um atributo de um objeto ($obj->atributo++, por exemplo) é 3 vezes mais lento do que acessar uma variável local
  14. incrementar uma variável local não inicializada é 9-10 vezes mais lento do que se ela tivesse sido inicializada.
  15. aspas simples são mais rápidas que aspas duplas
  16. uma aplicação que faça cache dos scripts php vai aumentar a performance entre 25 e 100%.
  17. utilize cache sempre que possível. SEMPRE! (claro que isso tem um onus, mas estamos falando apenas em performance aqui)
  18. Se quiser testar o tamanho de uma string, utilize isset ao invés de strlen. Por exemplo: if (!isset($foo{5})) echo “foo eh mto pequeno!”;
  19. nem tudo precisa ser OO. Métodos e objetos tendem a consumir muito mais memória.
  20. não converta toda estrutura de dados em classes. Utilizar arrays é muito mais rápido.
  21. se você possui funções que demandam muito tempo de execução cogite transforma-las em uma extensão em C.
  22. habilitar o mod_gzip pode economizar em até 80% o tráfego de dados. Sua largura de banda agradece.
  23. evite usar SELECT *. Isso dificulta a manutenção e gasta tempo desnecessário de processamento para descobrir os campos e obter os valores do banco
  24. use switch ao invés de um monte de ifs
  25. json é mais rápido do que xml.
  26. Evite utilizar metódos mágicos como __get, __set e __autoload, se possível;
  27. Se você quer descobrir o tempo em que o script começou a ser executado, é preferível utilizar $_SERVER[´REQUEST_TIME´] do que time();
  28. Veja se pode utilizar strncasecmp, strpbrk e stripos ao invés de regex;
  29. Se uma função, como de substituição de strings, aceitar tanto arrays como caracteres simples como argumentos, e se a sua lista de argumentos não é muito longa, considere fazer algumas declarações redundantes de substituição, passando um caractere por vez, ao invés de uma linha de código que aceita arrays como argumentos de busca e substituição; 
  30. Mensagens de erro demandam mais processamento;
  31. Utilize PHP Speedy

fonte: http://webpub.wordpress.com/2007/11/13/vinte-e-cinco-dicas-de-performance-para-php/
http://imasters.uol.com.br/artigo/8962/php/12_dicas_para_otimizar_seus_codigos_php/

Continuando com os tutoriais, hoje iremos realizar um “Select”.
Utilizaremos o arquivo de conexão que criamos num tutorial anterior http://www.freelancersbrasil.com/conexao-com-mysql/

<?php
//chama o arquivo de conexão com o bd
include(“conectar.php”);

//consulta sql
$query = mysql_query(“SELECT * FROM clientes ORDER BY nome”) or die(mysql_error());

//faz um looping e cria um array com os campos da consulta
while($array = mysql_fetch_array($query))
{
  //mostra na tela o nome e a data de nascimento
  echo $array['nome'].” “.$array['data_nascimento'].“<br />”;
}
?>
Explicando:

Primeiro usamos a função include do php para incluir o arquivo conectar.php que é responsável pela conexão com o banco de dados;
Realizamos a nossa consulta SQL que busca todos os campos da tabela clientes ordenando pelo nome e armazenamos na variável query, obs: no caso de erro a função mysql_error dentro da die irá retornar o erro ocorrido;
Após utilizamos a estrutura repetitiva While e criamos um array da consulta SQL através da função mysql_fetch_array, do ponto de vista lógico ficaria assim: Enquanto houver registros da consulta (que está na var query) armazene os campos no array;
Por fim mostra na tela o conteúdo do campo nome e do campo data_nascimento.

Se tudo ocorreu certo, o resultado será:

Resultado da query

 

No próximo tutorial irei mostrar como criar uma função para tratar a exibição da data.

livro_google.jpg

Recomendo a leitura deste livro: Google! História do Negócio de Mídia e Tecnologia de Maior Sucesso de Nossos Tempos. David A. Vise e Mark Malseed contam muito bem a história de dois rapazes: Larry Page e Sergey Brin, ex-doutorandos em Standford, que são exemplos de empreendedorismo, conhecimento e inteligência no nosso mundo. Criaram a melhor ferramenta de busca na internet, fizeram e fazem uma revolução tecnológica a cada dia.

E para os empresários, nunca se esqueçam da filosofia: “_Não seja mal!”

Enumeram-se várias e efetivas vantagens de se usar XHTML nos novos documentos web produzidos ou migrar os documentos atuais escritos em HTML. E, dentre elas destaca-se em primeiro plano a compatibilidade da linguagem XHTML com as futuras aplicações de usuários, garantindo desde já que as criações XHTML conservar-se-ão estáveis por longos anos. A tendência é a de que futuras versões de browsers e agentes de usuários em geral, deixem de suportar elementos e atributos já em desuso (”deprecated”) segundo as recomendações do W3C, bem assim como antigos e ultrapassados esquemas e esboços do HTML.

XHTML é a linguagem da web do futuro desde já a disposição de projetistas e desenvolvedores web.

XHTML é um código consistente que dispensa uso de “truques” e “hacks” para contornar “bugs”.

Editar um código XHTML existente é uma tarefa bem simples por se tratar de uma escrita limpa e evidente.

O tempo de carregamento de uma página XHTML é mais rápido pois os browsers tem a interpretar uma página limpa sem ter que interpretar e decidir sobre renderização de erros de código.

Uma página XHTML é mais acessível aos browsers e aplicações de usuário padrão incrementando a interoperabilidade e a portabilidade dos documentos web.

Uma página XHTML é totalmente compatível com todas as aplicações de usuários para HTML, antigas e já ultrapassadas.

fonte: http://www.maujor.com/tutorial/xhtml.php

Conexão com MySQL

14/02/2008

Pessoal, para conectar com o banco de dados MySQL, crie um arquivo com o nome de conectar.php, (usaremos nos próximos exemplos).

Nós vamos usar as funções mysql_connect(), mysql_select_db() e mysql_error(). O código abaixo está comentado explicando o que cada linha faz (suponde que estamos conectando localmente, que existe uma base chamada base_teste onde o usuário é root e está sem senha. Caso não consiga conectar os erros são obtidos através da função mysql_error()).

<?php

//nome do servidor (localhost)
$servidor = “127.0.0.1″;

//usuário do banco de dados
$user = “root”;

//senha do banco de dados
$senha = “”;

//nome da base de dados
$db = “base_teste”;

//executa a conexão com o banco, caso contrário mostra o erro ocorrido
$conexao = mysql_connect($servidor,$user,$senha) or die (mysql_error());

//seleciona a base de dados daquela conexão, caso contrário mostra o erro ocorrido
$banco = mysql_select_db($db, $conexao) or die(mysql_error());

?>